Studio Pilates- Sthefani Lara
STUDIO PILATES, ACUPUNTURA, MASSOTERAPIA
Tel: 12 99163-9996 e ATENDIMENTO DOMICILIAR
STHEFANI LARA
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STHEFANI LARA
sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Insônia
O que é insônia?
Insônia é a condição caracterizada por dificuldade em pegar no sono, continuar dormindo após pegar no sono ou acordar muito cedo pela madrugada. Pessoas com insônia podem apresentar cansaço e sonolência durante o dia, assim como dificuldade de atenção e concentração na escola e no trabalho. A insônia pode afetar pessoas de todas as idades
Tipos de insônia:
A insônia pode ser classificada como transitória, aguda e crônica.
| Transitória: dura até quatro semanas; | |
| Aguda: dura de quatro semanas a seis meses; | |
| Crônica: dificuldade para dormir todas as noites ou a maior parte das noites por mais que seis meses; |
Causas de insônia:
Estresse: | |
preocupações com trabalho, família, saúde, escola podem impedir a pessoa de relaxar e conciliar o sono; | |
Problemas de relacionamento: | |
dificuldade nas relações afetivas; | |
Ansiedade: | |
ansiedade severa, bem como ansiedade relacionada com o dia-a-dia, podem manter a pessoa alerta causando dificuldades para dormir; | |
Depressão: | |
pessoas com depressão podem dormir demais ou ter dificuldades para dormir; | |
Uso de remédios: | |
alguns medicamentos podem causar insônia em algumas pessoas, dentre eles: remédios para reduzir a pressão arterial; corticóides; anti-depressivos; remédios para perder peso; beta-bloqueadores; anti-alérgicos; remédios para gripe (descongestionantes); remédios para asma; | |
Fatores ambientais: | |
barulho (tráfego, aviões, televisão, fábrica); luz; | |
Uso de certas substâncias contendo: | |
cafeína; álcool; nicotina; | |
Irregularidade de horários: | |
mudanças de horário e períodos de trabalho, principalmente à noite, podem levar à insônia. Estabelecer uma rotina é um fator importante para evitar a insônia; | |
Inatividade física: | |
pessoas com estilo de vida sedentário podem apresentar dificuldades para dormir; | |
Insônia secundária à doenças: | |
hipertireoidismo; dor crônica; dificuldades de respirar; desordens gastrointestinais; hiperplasia prostática; apnéia do sono; problemas psiquiátricos; desidratação; | |
Comer demais tarde da noite: | |
pode causar desconforto ao deitar o que dificulta a pessoa a pegar no sono; |
O que se sente:
O principal sintoma é a dificuldade de pegar no sono e/ou continuar dormindo, ou acordar no meio da noite ou muito cedo pela manhã. Isto leva a uma diminuição no tempo e qualidade do sono que, por sua vez, podem levar aos seguintes sintomas secundários:
| Levantar pela manhã sentindo-se cansado; | |
| Sentir-se cansado ou sonolento durante o dia; | |
| Apresentar problemas de concentração; | |
| Sentir-se ansioso, irritadiço ou deprimido; |
Quais as complicações da insônia?
A boa qualidade do sono é tão importante para a manutenção da saúde como é a boa alimentação e o exercício físico regular. Independente da causa que leva a uma pessoa à insônia, dormir menos e mal pode afetar o indivíduo física e mentalmente. O efeito é cumulativo e pessoas que sofrem de insônia têm maior pré-disposição para desenvolver doenças mentais, assim como doenças crônicas, tais como hipertensão e diabete. Além disso, má qualidade do sono pode levar a acidentes sérios e fatais.
Como se trata a insônia?
O tratamento da insônia através da Acupuntura é extremamente eficaz para a resolução desta doença. É importante diferenciar a causa do disturbio para se realizar o procedimento correto. Por uma técnica que trabalha o indíviduo de forma integral, equilibrando o corpo e mente do ser, e também por não apresentar efeitos colaterais, a Acupuntura é uma ótima maneira para se livrar das noites mal dormidas.
Mudanças de estilo de vida: visa a produzir hábitos saudáveis que facilitem pegar no sono e continuar dormindo, e evitem situações e substâncias que levam à dificuldade para dormir.
Ter uma rotina que facilite o relaxamento na hora de ir dormir. Inclui tomar um banho quente, ler, ouvir música suave.
Evitar exercícios, refeições pesadas ou bebidas alcoólicas próximos da hora de dormir.
Evitar luzes fortes, televisão, computador, brincar com animais de estimação. São fatores de estímulo que dificultam conciliar o sono.
Ir dormir a mesma hora todas as noites, e levantar no mesmo horário pela manhã. Modificações de horários e períodos de sono são prejudiciais para a regularidade do sono.
Terapias comportamentais: ensinam modos de tornar o ambiente próximo à hora de dormir mais propício ao sono. Estudos têm demonstrado que as terapias comportamentais podem ser tão efetivas quanto os remédios para dormir. São ministradas por especialistas. Elas podem também ser associadas com medicamentos prescritos pelo médico.
Terapias de relaxamento: inclui treino de relaxamento muscular, biofeedback, treinamento de descrição de imagens e hipnose. Visam reduzir a ansiedade e a tensão no momento de ir dormir.
Controle de estímulos: baseia-se no pressuposto de que a hora de dormir e o ambiente (quarto/cama) ficam associados à dificuldade de pegar no sono e com o tempo tornam-se referências que ajudam a manter a insônia. O objetivo do tratamento é re-associar o ambiente e a hora de dormir a tentativas bem sucedidas de pegar no sono.
Restrição de sono: visa a reduzir o tempo da pessoa na cama, adaptando o tempo de sono às necessidades individuais. É feito um registro dos tempos de sono da pessoa por vários dias. Com o passar do tempo, são feitas adaptações que tendem a aumentar o tempo médio em que a pessoa dorme.
Terapia cognitivo-comportamental: tem por objetivo desfazer crenças e interpretações sobre as reais necessidades de sono de cada indivíduo. Uma pessoa que necessite de 7 h de sono por dia e que acredite que se não tiver 8 h não ficará bem, ao tentar sistematicamente ter 8 h de sono pode estar criando um problema para si.
Medicamentos: Medicamentos para insônia ajudam a conciliar o sono mas podem produzir sensação de sonolência ou ressaca pela manhã. Médicos muitas vezes prescrevem remédios para dormir por uma ou duas semanas para ajudar a estabelecer um esquema regular de sono. O órgão regulador de medicamentos nos Estados Unidos (FDA) não aprova o uso continuo e por longos períodos de muitos medicamentos para insônia.
O uso de remédios naturais não é regulamentado devido a escassez de evidências científicas que dêem respaldo ao seu uso. A melatonina é um desses medicamentos. A melatonina tem demonstrado alguma efetividade na regularização do ciclo sono/vigília, porém faltam dados definitivos com respeito a sua eficácia no tratamento da insônia.
A utilização de qualquer abordagem para tratamento da insônia deve ser discutida com o seu médico.
Curiosidades:
COMO EVITAR POSIÇÕES NEGATIVAS
Quando a cabeceira da cama está junta a prateleiras:
É comum nesta situação o inconsciente cogitar a queda de algum objeto diretamente sobre nossa nossa cabeça, portanto nada de colocar prateleiras sobre a cabeceira da cama. Evite também que a cama fique debaixo de vigas.
Aparelhos eletrônicos
As influências negativas dos aparelhos eletrônicos sobre nossas vidas sempre estiveram em pauta na mídia. Por exemplo o uso constante de celular, poderia ou não causar câncer no cérebro...
De acordo com o Feng Shui, existe sim uma influência negativa dos eletrônicos e elas devem ser neutralizadas.
Portanto evite ter aparelhos eletrônicos alinhados a sua cama, principalmente junto a cabeceira. Se houver a necessidade de um despertador, opte por um mecânico, em caso de relógio elétrico, mantenha-o afastado.
Cama junto a parede do banheiro
O Banheiro juntamente com os canos de esgotos roubam a energia de sua casa, portando você perderá energia e sua cama estiver encostada na parede do banheiro. A melhor solução neste caso, é afastar ao máximo a cama desta parede.
Cama junto a janela
É comum neste caso sentirmos insegurança e vulnerabilidade, principalmente quando dormimos com a janela aberta. Neste caso aconselhável fechar totalmente a janela e as cortinas.
Cama alinhada com a porta
Evite este alinhamento. A porta representa um grande corredor de energia, o que poderá ocasionar insônia.
Uma posição alternativa, seria dormir com os pés voltado para a porta.
As cores do quarto
Não devemos usar cores muitos escuras, pois deixará o quarto muito Ying e cansativo. Por outro lado, cores berrantes como o vermelho poderá provocar insônia. As cores mais indicadas são; branco, gelo, amarelo suave, azul e rosa claro, estas cores iluminam, dão uma sensação de amplitude e atuam positivamente no campo mental.
Para ter um bom sono
Para melhorar a qualidade de seu sono, você pode fazer uso deste Signo-Sinal usado pela radiestesia. Ele é restaurador e propicia a circulação das energias durante se sono.
Use este Signo-Sinal debaixo do colchão, com as esferas cheias, voltadas para a cabeceira da cama.
Se você tiver um sono tranqüilo e restaurador, com certeza também terá um ótimo dia...
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Equilíbrio
"A vida se compara à escalada de uma montanha.
À medida que você evolui, sobe mais um degrau em direção a uma nova etapa da sua existência.
Com ansiedade, medo, irritabilidade e tristeza, a chegada ao topo será retardada ou mesmo bloqueada.
Quando você nasce, adquire um cajado ou um bastão para lhe auxiliar nesta escalada.
Este cajado representa a fé em você mesmo!
À medida que você evolui, sobe mais um degrau em direção a uma nova etapa da sua existência.
Com ansiedade, medo, irritabilidade e tristeza, a chegada ao topo será retardada ou mesmo bloqueada.
Quando você nasce, adquire um cajado ou um bastão para lhe auxiliar nesta escalada.
Este cajado representa a fé em você mesmo!
Aprenda a retomá-la encontrando seu Equilíbrio de Vida"
Dr. Antônio Carlos Romanello
Ensinando o correto!!! Exercícios Abdominais
Flexões torácicas. Exercício largamente utilizado em todos os ambientes da academia seja na Musculação, salas de Ginástica e estúdios de Pilates e, raramente, feito (e ensinado) com precisão.
É interessante observar que, logo em sua nomenclatura, já vemos referências variadas ao movimento: uma refere-se ao movimento das vértebras (flexão torácica), outra ao grupo muscular (ab curls ou abdominais) e, finalmente, à conseqüência do movimento que é levantar o peito (chest lift).
É interessante observar que, logo em sua nomenclatura, já vemos referências variadas ao movimento: uma refere-se ao movimento das vértebras (flexão torácica), outra ao grupo muscular (ab curls ou abdominais) e, finalmente, à conseqüência do movimento que é levantar o peito (chest lift).
Prática:
Inicie o movimento deitado, braços ao longo do corpo sentindo os 3 pontos de alinhamento da coluna neutra no solo (crânio, torácica e sacro). Vamos manter as pernas flexionadas com pés paralelos na largura dos ísquios. Sinta seus ossos das pernas bem paralelos e seus pés firmes no solo. Pode-se colocar uma bola entre as pernas
Inspire suavemente pelo nariz e, enquanto expira longamente pela boca, eleve os dois braços paralelos e longos flexionando os ombros enquanto desce as costelas mantendo a relação destas com a bacia , estabilizando a cintura escapular e a coluna torácica. Quando os cotovelos estiverem alinhados com as orelhas flexione-os e coloque suas mãos atrás da cabeça
Lembre ao aluno que depois da cabeça ele deverá tirar a parte alta das costas do solo e não continuar trazendo a cabeça.Inicie o movimento deitado, braços ao longo do corpo sentindo os 3 pontos de alinhamento da coluna neutra no solo (crânio, torácica e sacro). Vamos manter as pernas flexionadas com pés paralelos na largura dos ísquios. Sinta seus ossos das pernas bem paralelos e seus pés firmes no solo. Pode-se colocar uma bola entre as pernas
Inspire suavemente pelo nariz e, enquanto expira longamente pela boca, eleve os dois braços paralelos e longos flexionando os ombros enquanto desce as costelas mantendo a relação destas com a bacia , estabilizando a cintura escapular e a coluna torácica. Quando os cotovelos estiverem alinhados com as orelhas flexione-os e coloque suas mãos atrás da cabeça
Lembrem-se também que, na descida, podemos utilizar a expiração, inicialmente, para ensinar a abaixar as costelas, mas o padrão é inspirar descendo mantendo costelas organizadas enquanto relaxa numa ação excêntrica abdominais, intercostais e relaxa o assoalho pélvico.
Expiração e ativação do CORE são no momento da flexão.
Um último detalhe: quase sempre quando ese movimento é feito de maneira correta, a musculatura treme!!
Erros comuns:
Trazer demais a cabeça puxando-a com as mãos/braços exagerando na flexão, sobrecarregando a cervical.
Jogar a lombar no solo retificando-a.
Elevar os ombros.
Descer hiperextendendo a cervical (ao invés de deixá-la neutra).
Abrir as costelas na descida perdendo o ponto de apoio da torácica.
Fazer o movimento rápido e mecânico escorregando os ossos dentro da pele, perdendo a estabilidade dos pontos de apoio.
Fonte: Silvia Gomes
Mito e Dica
Por que então o mito dos 90 graus?
Segundo alguns conceitos, o agachamento profundo seria perigoso porque ao flexionar o joelho em ângulos maiores que 90° aumentaríamos perigosamente a tensão na patela. Não se considera, nesse pensamento, que na fase de maior flexão do agachamento os músculos posteriores da coxa são fortemente ativados ajudando a neutralizar a temida tensão exercida na patela. A análise, nesse caso, ficaria restrita à ação do quadríceps.
Um estudo feito por ISEAR et al em 1997 concluiu que, durante o agachamento, os isquiotibiais produzem uma força de vetor direcionado para trás, compensando a atuação do quadríceps, em um processo denominado co-contração, que contribui para estabilizar os joelhos durante o movimento.
As forças tensionais e compressivas desse tipo de exercício estão totalmente dentro de nossas capacidades fisiológicas e articulares. Entretanto é prioritário que a execução técnica do movimento seja, nada menos, que perfeita.
A repetição consciente deste gesto motor estará preparando, continuamente, as estruturas ósseas e articulares envolvidas no mesmo para progredirem em termos de cargas e aumento de amplitude. O aumento da flexão do joelho aumenta as ações musculares e, consequentemente, seu fortalecimento.
"As lesões geralmente são causadas pela combinação de 3 variáveis: excesso de peso, overtraining e técnica inapropriada. Com treinos progressivo e inteligentes, os agachamentos profundos certamente são seguros e eficientes." dizem Elke Oliveira e Paulo Gentil
Segundo alguns conceitos, o agachamento profundo seria perigoso porque ao flexionar o joelho em ângulos maiores que 90° aumentaríamos perigosamente a tensão na patela. Não se considera, nesse pensamento, que na fase de maior flexão do agachamento os músculos posteriores da coxa são fortemente ativados ajudando a neutralizar a temida tensão exercida na patela. A análise, nesse caso, ficaria restrita à ação do quadríceps.
Um estudo feito por ISEAR et al em 1997 concluiu que, durante o agachamento, os isquiotibiais produzem uma força de vetor direcionado para trás, compensando a atuação do quadríceps, em um processo denominado co-contração, que contribui para estabilizar os joelhos durante o movimento.
As forças tensionais e compressivas desse tipo de exercício estão totalmente dentro de nossas capacidades fisiológicas e articulares. Entretanto é prioritário que a execução técnica do movimento seja, nada menos, que perfeita.
A repetição consciente deste gesto motor estará preparando, continuamente, as estruturas ósseas e articulares envolvidas no mesmo para progredirem em termos de cargas e aumento de amplitude. O aumento da flexão do joelho aumenta as ações musculares e, consequentemente, seu fortalecimento.
"As lesões geralmente são causadas pela combinação de 3 variáveis: excesso de peso, overtraining e técnica inapropriada. Com treinos progressivo e inteligentes, os agachamentos profundos certamente são seguros e eficientes." dizem Elke Oliveira e Paulo Gentil
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Pilates, sempre aparece como causadora de incômodo, mal estar, em alguns alunos. Estamos falando das extensões em decúbito ventral em situações de apoio elevado que nos leve à negativa - situação que tanto facilita esse exercício.
Por exemplo: extensão em Decubito Ventral na bola.
Por exemplo: extensão em Decubito Ventral na bola.
A queixa mecânica do aluno, quando aparece e atrapalha a execução do exercício, é a sensação de pressão no estômago.
Sentem a região super pesada e pressionada sobre o aparato muitas vezes impedindo a execução do exercício porque atrapalha até a respiração. O aluno se sente sufocado, com seu diafragma pressionado - o que de fato acontece. Afinal, o que está acontecendo?
O aluno está se desmanchando em cima do aparato, se debruçando sobre ele. Isso pode ser resolvido ativando o centro mantendo acionada a capa muscular sob a região, estabelecendo a relação entre costelas e bacia.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Caimbras o que fazer???
Câimbras (ou caimbras ou cãimbras)
A palavra cãibras (ou as vezescaibras ou câibras) é mais usada no Portugal.
As câimbras (ou cãimbras ou caimbras) noturnas são espasmos ou contração involuntárias dos músculos, geralmente acompanhadas de fortes dores, que podem durar até vários minutos. As câimbras (ou cãimbras ou caimbras) podem atingir varios músculos de uma vez, e podem surgir em diferentes lugares:
- câimbras nos pés
- câimbras na panturrilhas
- câimbras na coxa
- câimbras nas mãos
As câimbras duram alguns minutos e depois desaparecem. As conseqüências são raramente graves, mas a dor pode ser muito forte durante a crise de cãimbras. Esteja sempre atento e peça conselhos ao seu médico em caso de diabetes, doenças nervosas, após o uso de medicamentos ou se elas forem freqüentes, As câimbras musculares se caracterizam por uma contratura dolorosa repentina, principalmente durante a noite.
Em pessoas acima dos 60 anos, câimbras frequentes podem ser sinais de aterosclerose, com diminuição da circulação sanguínea para determinado grupamento muscular por obstrução do fluxo por placas de colesterol.
O cálcio e o magnésio são causas mais importantes e comuns de câimbras. Mais também um excesso de eletricidade estática.
Como evitar as câimbras?
Principalmente para sedentários, para se evitar as câimbras (ou cãimbras ou caimbras) deve ser realizado alongamento antes e após exercícios.
São pessoas que apresentam câimbras noturnas nas panturrilhas e pés. Em geral apresentam a chamada cãimbras noturnas idiopáticas (sem causa aparente). Recomenda-se um programa de alongamento 15 minutos antes de dormir, dar preferência para alimentos ricos em cálcio e magnésio, manter uma boa hidratação ao longo do dia e evitar o sedentarismo.
Hidratação adequada e alongamentos frequentes, resolvem os problemas das maiorias das pessoas com câimbras idiopáticas, ou seja, aquelas que não são causadas por nenhuma doença específica. O melhor modo de controlar o grau de hidratação do corpo é através da cor da urina. Pessoas desidratadas apresentam urina muito amarelada e normalmente com cheiro forte, enquanto que um corpo hidratado produz urina clara e sem cheiro.
Os alongamentos são o melhor método para prevenir câimbras, principalmente nas pernas. É preciso algumas semanas com alongamentos diários para eliminar as cãimbras.
O que fazer:
- tome um copo de água com sal se o caso for de câimbras de calor e se não tiver problemas de pressão alta.
- procure fazer alongamentos.
- comer muitas frutas e legumes.
O melhor tratamento é eliminar a eletricidade estática que é a maior causa das câimbras.
Pilates X bico de papagaio
O osteófito, ou popularmente bico-de-papagaio, caracteriza-se por pequenas expansões ósseas originadas pela profusão progressiva do anel fibroso do disco intervertebral. Trata-se de uma reação do organismo para absorver melhor a sobrecarga da articulação sobrecarregada.
Os efeitos são agravados pela desidratação gradual do disco intervertebral, conduzindo a uma aproximação das vértebras e compressão da raiz nervosa, resultando em fortes dores, formigamentos e limitação de movimentos.
É comum que o osteófito apareça nos calcanhares, nas bordas das vértebras, geralmente na altura dos discos intervertebrais da região do pescoço, coluna torácica e lombar, porém, qualquer articulação do corpo pode ser afetada.
A causa do “bico-de-papagaio” pode ter influência da espondilose, da pré-disposição genética, da sobrecarga articular (sobrepeso e obesidade), do sedentarismo, de esforços repetitivos, de alguma anomalia na articulação (inflamação, trauma, fratura, ligamentos rompidos, etc.), desvios angulares (joelhos varo ou valgo), malformações dos quadris, ou simplesmente pela quantidade de impactos aos quais estamos sujeitos desde a infância.
Porém, é sobretudo, a adoção de posturas incorretas ao longo do tempo que leva ao aparecimento de lesões nas articulações vertebrais. Muitas vezes o problema também se instala por conseqüência de um processo de artrose.
Algumas pessoas podem não apresentar sintomas, porém, na primeira incidência de desconforto ou dores no quadril, virilha, costas, pescoço ou em outras regiões, recomenda-se a procura imediata de um ortopedista. Quando tratada corretamente e a tempo, o quadro pode apresentar queda significativa nas dores e melhora na capacidade funcional e na qualidade de vida do paciente, entretanto, sem recuperar a cartilagem perdida.
AÇÃO DO PILATES
Como um dos principais sintomas de quem tem osteófito é a dor, o indivíduo geralmente entra em um ciclo: os movimentos e o padrão postural acabam comprometidos, conduzindo a um desequilíbrio e fraqueza muscular por compensação e desuso, que por sua vez, intensificam os dois primeiros citados e assim por diante.
Como um dos principais sintomas de quem tem osteófito é a dor, o indivíduo geralmente entra em um ciclo: os movimentos e o padrão postural acabam comprometidos, conduzindo a um desequilíbrio e fraqueza muscular por compensação e desuso, que por sua vez, intensificam os dois primeiros citados e assim por diante.
O Pilates auxiliará de forma satisfatória a melhora da qualidade de vida, tornando possível a realização das atividades da vida diária tranquilamente. Os exercícios prescritos serão específicos, direcionados e adaptados de acordo com as particularidades do indivíduo, visando entre outros, fortalecimento e alongamento dos músculos, com foco especial na região afetada e no reequilíbrio dos grupos musculares.
Assim, apesar de o osteófito continuar instalado, a dor será estabilizada devido à estrutura corporal mais forte, flexível e alinhada.
A melhor alternativa continua sendo a prevenção. Quanto antes incorporar novos hábitos, menores as chances de ocorrer um osteófito no futuro. E o Pilates também se mostra bastante efetivo para a prevenção.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Confraternização dos pilateiros
Queridas sou muita grata a Deus por ter cruzado as nossas vidas, tenho uma relação com vcs muito mais do que profissional, considero minhas amigas, confidentes e companheiras. Obrigada por tudo ! Desejo um ótimo Natal cheio de amor e paz e que 2011 seja o nosso ano, das realizações, da renovação, do amor e da paz!
Beijocas
Teté
OBS: Teté, Mariana, Fabiano, Selma, Monise, Fernanda vcs fizeram falta!
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| Gabi |
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| Cissa |
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| Aninha |
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| Claudia |
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| Andréia |
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| Reunião no Club9 |
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| Como assim faltou a Su qu estava tirando as fotinhas..mas vou colocar outra hehehe!!! |
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| Soninha minha queridinha!! |
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| Cris, eu e seu marido - nosso próximo aluno rs.. |
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| Regina |
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| Cris |
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| Dé |
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| Eu e Dri |
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| Dé e Dri |
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| Dé e Cris |
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| Teté entreguei direitinho seu presente, vc fez falta querida! |
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| Minha amiga secreta |
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| Confraternização no Golden, faltaram vcs Teté, Fabiano e Fer. |
domingo, 28 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
PARE DE FUMAR!! SE MOTIVE COM ESSE DEPOIMENTO.
Minha história com o cigarro começa quando tinha de 5 para 6 anos de idade. Eu pegava um cigarro na cozinha e trazia aceso para o meu pai ou minha mãe na varanda lá de casa, eles jogavam as bitucas acesas fora e à noite eu pegava para brincar como se fossem um vaga-lume ou um raio laser. Sempre quando acendia, dava umas baforadas e, lógico, imitando quem? Meu pai. Não cheguei a virar um fumante nessa época, mas, como se pode perceber, a partir daí ficava fácil vir a me tornar um. Naquela época, em 1976, 1977, era comum a pessoa fumar, existia toda uma publicidade, Hollywood com suas propagandas de jipe e a música do Peter Frampton de fundo, também tinha o Carlton, “um raro prazer”, e assim por diante. Uma verdadeira indústria de marketing e propaganda nos convencendo de que fumar era bom, ser Free, com menos alcatrão e nicotina.
De fato comecei a fumar em 1986, aos 14 anos de idade. Me lembro como se fosse hoje, estava interessado em uma garota e ela fumava. Quando me ofereceu um cigarro, peguei e acendi sem pensar, me esforcei para conseguir tragar, fiquei tonto, e sei que não foi uma das melhores experiências que tive na vida, mas, como todo mundo naquela época estava fumando, lá fui eu dar cabeçada e começar a fumar. Fumava nos finais de semana e em festas, o conhecido fumante eventual.
Fui repreendido por meus pais quando descobriram, sendo que era o tipo de coisa: faça o que digo, mas não faça o que faço, e meu pai me disse que somente poderia fumar quando tivesse dinheiro para sustentar meu vício. Foi quando em 1987 comecei a trabalhar e, no primeiro pagamento recebido, joguei a carteira de Marlboro em cima do armário do meu quarto com a imbecil razão de que não poderia ser questionado, e meu vício foi aceito.
Infelizmente, naquele mesmo mês meu pai foi internado com forte falta de ar e foi confirmada sua primeira grande crise causada pelo cigarro. Diagnóstico: enfisema pulmonar. Deveria ser razão mais que suficiente para eu parar de fumar, ainda mais que não fazia mais que um ano que eu era fumante, mas, por mais incrível que possa parecer, foi quando mais fumei. Essa internação foi a primeira de muitas em que nossa família quase ficou sem bens e recursos para arcar com o tratamento e internações, e infelizmente em 1996 ele veio a falecer.
Deveria ter parado ali, mas não consegui. Em seguida casei, minha esposa vivia reclamando, mas eu não dava bola, fazia umas tentativas de parar, mas não durava mais que algumas horas de abstinência. Conseguia reduzir o número de cigarros fumados no dia para em torno de 5 cigarros e depois voltava e fumava mais que o normal.
Quando nasceu o meu filho, tentei parar por ele e para que ele não tivesse que conviver em um ambiente com cheiro e fumaça de cigarro e principalmente que tivesse um pai para olhar por ele quando crescesse. Nessa tentativa fiquei praticamente 9 meses sem fumar. Me ajudou muito nessa época começar a caminhar e correr – chegava a correr até 3 km em meia hora, já achava o resultado bom e isso me ajudou bastante a não engordar, mas não consegui manter. Tive problemas pessoais e profissionais e voltei a fumar – uma pena, 9 meses de persistência abandonados.
Já havia tentado parar com tudo que está disponível no mercado: remédio, adesivo, spray bucal, chiclete de nicotina, mas nada adiantou, e minha frustração somente aumentava e comecei a acreditar que teria um fim parecido ao do meu pai.
Foi quando meu filho completou 4 anos de idade que tentei novamente. Aproveitei uma forte gripe que peguei, tentava fumar e não conseguia. Comecei a sentir uma dor no peito e, ao tentar tragar, sentia como se estivesse levando uma agulhada no peito. Fiquei uma manhã inteira sem fumar, à tarde tentei fumar novamente e a dor e a tosse eram fortes demais, então, já que havia ficado a tarde e a noite inteira sem fumar, no dia seguinte a dor melhorou. Aproveitando que tinha ficado praticamente um dia inteiro sem fumar, pensei que aquele momento seria ideal para parar de vez, e assim o fiz. Ao final do terceiro dia a tosse e a dor no peito diminuíram consideravelmente, mas a vontade de fumar continuava. Apelei para os chicletes de menta normal, escovava os dentes, tomava água, dava uma caminhada. Confesso que durante três dias não atinei muito bem, minha concentração estava completamente prejudicada e após esses dias iniciais comecei a melhorar.
Depois disso comecei a ter as fases que acredito que todo fumante vá passar, e me mantive firme na minha decisão. Quando vinha a vontade de fumar e a síndrome de abstinência, procurava tudo relacionado à cessão do tabagismo, numa forma de incentivo para parar definitivamente, sendo que já possuía o maior exemplo em minha casa. Ver meu próprio pai morrer de enfisema já deveria ser o suficiente, mas em todo caso encontrei a história com o seguinte título: "O Triste Fim de Bryan Lee Curtis". Aconselho todos a ler essa história. E, como fazia muito pouco tempo que me tornara pai, a história me comoveu bastante. Fui mais a fundo na internet, encontrei um grupo de chat que estava encerrado, permanecendo seu histórico de mensagens trocadas lá para leitura. Vi, assim como eu, várias pessoas aflitas por parar de fumar, com as dúvidas normais que assombram todos os fumantes: será que vou morrer por causa do cigarro, vou ter enfisema, vou ter câncer de pulmão, de boca, de garganta, vou conseguir parar, não vou, vou morrer tentando? E assim por diante. Existiam histórias de pessoas já doentes e que não conseguiam parar, desesperador.
Foi quando encontrei o blog do tabagista anônimo, li seus posts e tudo que lia naquele blog e nos outros ali relacionados fazia sentido para mim, seus medos, suas angústias, suas estratégias, palavras de amizade e apoio, principalmente no blog do Artemus, que encerrou suas postagens quando alcançou a marca de 1.000 dias sem fumar. Aquilo para mim parecia insano, inalcançável, mas uma pessoa havia conseguido. Foi quando decidi fazer o meu blog e contar ali as minhas experiências, os meus medos, o meu estado, as minhas conquistas.
Quando tinha vontade de fumar, entrava no meu blog e escrevia um post contando o que estava ou tinha acontecido comigo, olhava quanto tempo já estava sem fumar, relia meus posts, encontrava ali forças para continuar e sempre encontrava palavras solidárias e de incentivo dos meus amigos Blogueiros, que me ajudavam a me manter firme. Acho que é tipo um AA. Hoje é mais um dia sem cigarro, pois sei que sou viciado, e não posso com o unzinho que os Blogueiros contra o Tabagismo apelidaram carinhosamente.
Hoje levo uma vida normal, fiz um check-up no mês passado, inclusive de pulmão e capacidade pulmonar, e está tudo certo. Sei que ainda não estou isento de ser assolado de doenças relacionadas ao cigarro, também depois de mais de 20 anos fumando é muita pretensão, mas me esforço agora no sentido da prevenção, corro 1 hora, sendo 8 km, três vezes por semana, faço musculação e consumo bebida alcoólica muito moderadamente, consumo agora mais vinho, pois cerveja me dava muita vontade de fumar, faço controle da alimentação e dessa forma não tive muito aumento de peso, somente no início, pois a comida realmente ganha outro sabor.
Encerrando este texto e me desculpando pela extensão que ele tomou, hoje, aos 39 anos, mudei minha vida, de pessoa estressada, obesa, que comia, bebia e fumava muito, com todos os fatores de risco para ter um enfarte ou um AVC, para uma pessoa que pratica muito esporte, se alimenta bem e de forma saudável e tenta ficar mais com a família.
Não é uma atitude ou decisão fácil, mas no final é a mais inteligente e independe de fissura, síndrome de abstinência ou todas as coisas que sentimos neste período de cessão do tabagismo. Depois de um tempo você até se sente bem em encarar a situação e fica mais confiante, sente aquela confiança de que, se você pode parar de fumar, também pode isso ou (posso – excluir) aquilo.
Desejo que este texto tenha sido útil a todos aqueles que aqui buscam uma palavra de ajuda para parar de fumar, assim como um dia eu também busquei.
Este texto comemora a minha marca de 1.000 dias sem fumar. O que eu acreditava no início ser impossível, agora é realidade, se foi possível para mim, será possível para você também.
Por “Vinho”. http://s.vinho.zip.net/
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